
Bancária e advogado, alunos da Filadd mostram como mentoria individual e cronograma flexível ajudam quem volta a estudar para o Enem depois dos 30
O Enem 2026 será aplicado em 8 e 15 de novembro. Segundo o Inep, a edição fechou com 5.055.818 inscritos confirmados, alta de 5,08% sobre 2025 e o maior volume de inscritos desde 2020. Parte desse crescimento vem de um público que não é mais adolescente: um levantamento da Indeed apontou que 42% dos profissionais brasileiros pretendiam mudar de carreira em 2025, com idade média de 39 anos entre os que buscavam uma nova direção profissional. A decisão também tem retorno financeiro mensurável.
Segundo a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), brasileiros com ensino superior completo têm remuneração média 144% maior do que quem parou no ensino médio. Entre os alunos da Filadd, cursinho online pré-vestibular com mais de 3 milhões de usuários na América Latina, cresce o número de quem já construiu carreira, família e rotina e decide recomeçar do zero.
A bancária que voltou ao sonho de Medicina
Aos 17 anos, Bruna Assis prestou Medicina e não passou. A nota não foi suficiente e ela seguiu para o Jornalismo, se formou e, por indicação do pai, prestou concurso para o Banco do Brasil, onde trabalha até hoje. “Eu prestei Medicina, mas sem acreditar que eu poderia passar”, lembra. O sonho ficou parado até que, aos 35 anos, um problema de saúde a aproximou das práticas integrativas e uma colega de trabalho decidiu prestar Medicina. “Aquilo me fez pensar: será que isso seria possível pra mim? Aí voltou aquele sentimento.”
Em 2024, mãe de dois filhos e sem muita fé no resultado, ela se inscreveu no Enem pela primeira vez desde a juventude. Um cursinho online guiado por inteligência artificial a orientou a estudar quase só Humanas, e ela foi para a prova sem estratégia. Tirou 747 pontos, abaixo da nota de corte que precisava, mas o suficiente para mudar sua percepção sobre si mesma. “Pra quem está há 20 anos sem estudar, foi um resultado que a gente tem que valorizar. Foi tipo: poxa, e se eu fosse estudar de verdade?”
Bruna pesquisou cursinhos com influenciadores no YouTube antes de escolher a Filadd. “A questão da Filadd foi a adaptação da rotina, a mentoria. As aulas são curtas, isso me ajuda muito porque eu vou conseguindo encaixar.” Hoje ela dedica três horas por dia ao estudo, reduziu pela metade os atendimentos de acupuntura que fazia paralelamente ao banco e aproveita as manhãs, quando os filhos ainda dormem. No ano passado, sua nota de Matemática subiu de 780 para 859 pontos, e a de Redação, de 780 para 920. Ciências da Natureza segue como o ponto mais frágil e é onde ela concentra o esforço deste ano.
A evolução em Redação, segundo a Filadd, tem relação direta com a mentoria individual e ao vivo oferecida pela plataforma. Ao longo da preparação, o aluno é acompanhado por um professor de Redação, que analisa seus textos linha por linha, identifica os pontos que precisam ser trabalhados e orienta os próximos passos de acordo com sua evolução.
A proposta é que o estudante tenha um acompanhamento contínuo durante toda a jornada, em vez de receber apenas uma avaliação pontual a cada texto produzido. Como complemento, a Filadd oferece correção ilimitada de redações dentro do que chama de Ciclo Imparável, com devolutivas nas cinco competências do Enem.
“O que mudou entre a Bruna de 17 anos e a de hoje foi a maturidade”, avalia. “Pra outras mães que acham que já passou da hora de realizar esse tipo de sonho, eu digo: não passou da hora. Os filhos não atrapalham, eles são motivadores.”
O advogado que descobriu que estava estudando errado
Daniel Soares se formou em Direito pela UFRJ em 2014 e é servidor público concursado desde os 24 anos. Aos 39, na quarta tentativa de entrar em Medicina, credita a mudança de rumo a habilidades que só desenvolveu depois dos 20, quando passou a estudar saúde por conta própria e a orientar pessoas nas redes sociais como naturopata. “Eu tenho certeza que a forma como nós fomos educados era pra que a gente já tomasse uma decisão com apenas 18 anos da vida. Acho isso muito arbitrário”, afirma.
Ele reconhece que menosprezou o nível de exigência que o Enem passou a cobrar, mesmo já tendo prática com prova e concurso. O momento em que percebeu que precisava de ajuda profissional veio de um número: sua nota caiu de um ano para o outro, mesmo sem nunca ter deixado de estudar. “Quando você vê que em três anos não evolui, alguma coisa tem de errado com o que você tá fazendo”, conta. “Eu tive que vestir a sandália da humildade e reconhecer que precisava de ajuda.”
Hoje ele acorda de madrugada, entre 4h e 6h, e completa a preparação nos intervalos do expediente. “Eu não fico contabilizando horas. Vejo o tempo que tenho disponível, abro o site da Filadd e vejo o que o orientador programou.” Na fase de qualificação da UERJ, fez a melhor prova de todas as suas tentativas: acertou oficialmente 54 das 60 questões, cerca de 90% de aproveitamento. “Encarei a prova com a maior naturalidade. Fui muito confiante, e fiquei muito feliz.”
“Eu acho que nunca é tarde, pode ser até mais do que 40, 50, 60, 70 anos”, resume. “Enquanto há vida, há tempo, e sempre é o momento de reconstrução.”
Uma preparação para quem não tem rotina de vestibulando
As histórias de Bruna e Daniel mostram um desafio comum a quem volta a estudar depois dos 30: a comparação com a disponibilidade de um adolescente que pode dedicar o dia inteiro aos estudos. Para a Filadd, é justamente esse o ponto que separa uma preparação genérica de uma que funciona para esse público. “Quem concilia trabalho, filhos e estudo não tem duas ou três horas seguidas por dia para dedicar à preparação. O cronograma precisa se encaixar na rotina da pessoa, e não o contrário”, afirma Bruno Ferrari, coordenador pedagógico da Filadd no Brasil.
O acompanhamento individual, batizado internamente de Ciclo Imparável, não tem teto de uso: orientação, simulados com correção em TRI e correção de redação são ilimitados, e quem sugere o ritmo é o orientador, conforme a trajetória de cada aluno. “O que muda depois dos 30 não é a capacidade de aprender, é a quantidade de coisas que competem pela atenção do aluno ao longo do dia”, diz Ferrari.
Para quem ainda não decidiu o curso ou quer medir a distância entre a nota atual e a vaga pretendida, a Filadd mantém abertos o Teste Vocacional Gratuito e o Simulado Gratuito 2026, com 180 questões corrigidas pela Teoria de Resposta ao Item, o mesmo método adotado pelo Inep.
Sobre a Filadd
A Filadd é um cursinho online pré-vestibular 100% personalizado que vem transformando a forma como os estudantes se preparam para o ENEM e vestibulares. Com mais de 3 milhões de usuários e presença internacional, a edtech nasceu na Argentina e chegou ao Brasil em 2021 com o propósito de democratizar o acesso à educação de qualidade. Unindo inteligência artificial, tecnologia de ponta e acompanhamento humano próximo, a Filadd oferece uma preparação adaptada à realidade de cada aluno. A metodologia já contribuiu para mais de 810 aprovações em 112 universidades, entre elas USP, UERJ, UFSC, UFOP e UERN, entre alunos com participação ativa na plataforma, segundo dados da companhia referentes ao ciclo 2026.
Serviço
Teste Vocacional Gratuito Filadd: teste-vocacional.filadd.com.br
Simulado Gratuito Filadd 2026: simulado.filadd.com.br
Enem 2026: provas em 8 e 15 de novembro
(Crédito: Arquivo Pessoal)