
A faixa marca o início de uma nova e ambiciosa era criativa para o aclamado trio de rock australiano.
Ouça “Sacrosaint” aqui.
Assista ao videoclipe aqui.
O trio australiano Slowly Slowly retorna hoje com o seu poderoso novo single “Sacrosaint”, a primeira música inédita do grupo desde o aclamado álbum Forgiving Spree (2025). A faixa é um hino urgente e explosivo carregado de paixão crua, energia desesperada e uma performance vocal que leva o vocalista Ben Stewart aos seus limites físicos absolutos.
Dando o pontapé inicial em uma nova etapa para a banda, “Sacrosaint” marca uma evolução crucial nas composições de Ben. Onde os lançamentos anteriores eram definidos por uma autorreflexão introspectiva, desta vez ele volta as suas lentes para o mundo ao seu redor, fundindo observações pessoais com uma perspectiva global mais ampla. A canção funciona como um aviso sobre o que acontece quando paramos de nutrir as bases sob nós — tanto pessoal quanto coletivamente —, questionando o que ocorre quando as estruturas que nos mantêm unidos começam a se desgastar.
“A música é sobre as coisas que consideramos garantidas, as coisas que foram sacrossantas no passado e como sempre achamos que elas estarão lá”, compartilha Stewart. “Nessa preguiça, você observa os pilares do que sustenta a sua vida e a sociedade se desgastarem. O bem no mundo parecia estar desaparecendo. Parecia um grande sinal de alerta – se pararmos de regar essas coisas que são tão importantes para a nossa felicidade, acabou. Então, pareceu um aviso.”
O single chega acompanhado de um impactante videoclipe que captura perfeitamente essa essência. Sobre a concepção visual, o artista explica: “Eu precisava de algo apocalíptico, precisava da tensão do pano de fundo da performance da banda no meio do nada contra a sensação de movimento intenso. Os dois vídeos que eu tinha na cabeça como inspiração foram ‘Scar Tissue’, do Red Hot Chili Peppers, e ‘Minerva’, do Deftones.”

Sobre o Slowly Slowly:
Desde que surgiu em 2015, o grupo se transformou em uma força musical inabalável. O que sempre os destacou é a capacidade de transformar experiências profundamente pessoais em canções universais, combinando reflexões sinceras com um instinto apurado para grandes melodias. Com cinco álbuns de estúdio em seu catálogo — Chamomile (2016), St. Leonards (2018), Race Car Blues (2020), Daisy Chain (2022) e Forgiving Spree (2025) —, o Slowly Slowly entra em seu próximo capítulo com um senso renovado de liberdade criativa, sem perder a honestidade emocional no coração de sua música.
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(Crédito: Marcus Coblyn)